domingo, 13 de setembro de 2009

Llena de dudas

Se embebe no olhar
Duvidoso
Astuto
Se emudece no espanto
que veio sem aviso
Das máscaras que cairam
Afoga-se no pranto
sem consolo
E olha
e as conclusões não saciam
a dúvida
Fica sem mais palavras
Sem gesto
Como à estatua
só lhe resta o olhar
Meu olhar
Morno
Úmido

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