A serpente de fogo rasteja
sobre o suor
queima as mãos
envenena as bocas
arranca o coração com os olhos

Rasteja se balançando
Rasteja embebendo-se
em desejos venenosos

Sangra

Sob a luz e o feitiço
dos seus olhos
caem os parados
perdidos
a procura do caminho
que leva a suas tumbas

Se desfaz em rastro

Comentários

Anônimo disse…
Hum, suas poesias me soam tao sensuais. uh!

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