Teu espelho
te olha
apático
calmo
distraído
profundo
vê?
o que há lá?
Agoniante
beijo de teus lábios vermelhos
não há beleza
apenas cantos
vorazes gritos
de uma alma
que dança na inquietude
de teu ser
e vesti-se de um profundo abismo
cálida mameluca invisível
sorri como tu
e como tu
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