humanos seres fatigados
duvidosos
descalços pés de outrora
nutrem o nada
de agora
reflexos de um passado
que não retornará
nem na memória daqueles
que o guardam
nem ao menos nas escassas
palavras ditadas por mortos
não há dúvida de que a verdade
é e será
a insegura certeza dos que
veem seu parco reflexo no espelho
embassado
Esgotou-se a água na prateleira do mercado
As sementes estão espalhadas pelo campo sem florescerem
É chegado o fim
Um comentário:
ainda me sinto estranho lendo poesia. não sei o que acontece na minha mente até ao ponto de nem saber explicar se acontece realmente...
sobre o "sorrizo", num foi intencional naum. às vezes a burrice consegue colocar a mão pra fora das grades da jaula!
kkkkkkkk
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