Se apega ao gosto que ainda resta
Gasta
morde
dilacera
Fatiga-se no calor da dança
Embebeda com suor
Sente a carne romper
em devaneios
que transitam entre o profano e o sagrado
Perde-se
Mira a fronte
Os olhos que a tomam pra si
Dançam num ritmo de sussurros
Arranham-se
Agarram-se
Se dissolvem um no outro
entre essências escandalosas
Murmuram desejos
Circulam entre delírios
roucos
Transbordam o ventre com vida
3 comentários:
deve ter sido uma ótima noite...
ou sei lá o q...
mas q foi ótima... ah, disso tenho certeza...
só de ler fiquei molhadinho...
peraí q vou descontar na muié...
a minha... ou sei lá o q...
ai, minina, tu fez minha cabeça viajar num mundinho beeeem... legal.
Acho que preciso de um cigarro.rs
;P
bjuuuu little friend
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